Avaliação do seu municipio

Entre nossas atribuições (como cidadãos) está também avaliar quem exerce os poderes da republica em nosso nome. Mesmo que não tenhamos votado neste individuo, ou seja tenhamos votado em seu adversário. Com este pensamento de avaliar, o INSTITUO BRAVA lançou no mês passado (Agosto 2014) um portal MEU MUNICÍPIO para que possamos exercer esta função, digo assim pois trata-se de um misto entre dever e direito, afinal de contas é nosso dever fazer esta e outras avaliações para na eleição realizar a melhor escolha.

O portal organiza informações financeiras e indicadores gerencias públicos sobre os municípios de forma a que possamos comparar estes números tanto ao longo do tempo, como entre municípios. Visando nos ajudar a realizar uma avaliação sobre as finanças dos municípios. É parte da DEMOCRACIA, que seus componentes tenham acesso transparente aos dados e realizem avaliações e CRITICAS sobre os mesmos.

Portal sobre dados de municípios

Portal sobre dados de municípios

Síndrome de Figaro

Quem trabalha com TI sabe, muitos veteranos já forma chamados no correr dos anos como “O MENINO DO COMPUTADOR”, hoje como acontece entre outras áreas de atuação com separação entre as diversas especialidades (medicina é um bom exemplo como PEDIATRAS, OBSTETRAS, etc). Mas como trata-se de uma área de atuação relativamente nova, a maioria das pessoas não se interessa em aprender ou compreender as diversas especialidades. Por isso não é difícil que um DBA seja chamado para configurar uma impressora.

Mas a síndrome do faz tudo ou para mim SÍNDROME DE FIGARO, não é propriamente uma novidade já aconteceu em diversos outros momentos na história da humanidade. Abaixo a versão do seculo XVIII imortalizada em opera O BARBEIRO DE SEVILHA, o personagem FIGARO, que serve desde correio elegante até como barbeiro. Alias duas versões da área ” LARGO ALL FACTOTUM” (tradução, Afastem-se para o FAZ TUDO) uma com legenda para se compreenda perfeitamente a síndrome e a versão entretenimento estrelada por ele.

 

MARCO

Não ao MARCO CIVIL DA INTERNET

Tive um pesadelo noturno após ler o famigerado MARCO CIVIL DA INTERNET.
Fico com a imagem dos NAZISTAS querendo controlar a opinião das pessoas, algumas pessoas dirão que a comparação não faz sentido. Meu argumento é claro e cristalino em dois pontos:
1 – O projeto de lei prevê a retirada de conteúdo ofensivo pelo provedor, independente de opiniões. Bastando o “ofendido”, e ele está entre aspas
pois é a opinião dele, e não um fato se manifestar. Exemplificarei, obvio que existem ofensas injustificadas, mas caminhemos lateralmente até a saindo da região da ofensa e indo em direção a IRONIA, quem determina nesta região cinzenta o que é IRONIA e o que é ofensa. Pelo projeto de lei o “ofendido”  ou seu representante legal precisariam apenas se  manifestar seu sentimento para que desta forma o conteúdo seja AMPUTADO da INTERNET. Estaremos criando uma industria de ofendidos, resultando na AMPUTAÇÃO de ideias e opiniões por toda a INTERNET. Pois basta se sentir “ofendido”. COMO DISSE EM MEU ARGUMENTO ANTERIOR  ISTO  SERVE DE JUSTIFICATIVA PARA OS NAZISTAS PRATICAREM O HOLOCAUSTO, AFINAL ELES SE SENTIAM OFENDIDOS COM A RESPIRAÇÃO DOS JUDEUS. OU SE LEMBRARMOS DAS FOGUEIRAS COM LIVROS QUE OFENDIAM A CULTURA ARIANA. SE TIVER DUVIDA VEJA  O FILME “A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS”.
MARCO

Mais uma vez traço este paralelo não por alarmismo, mas com a preocupação de quem vislumbra um futuro sombrio, com projetos assim. A COMPETÊNCIA
DE ESTABELECER A LINHA DE FRONTEIRA ENTRE A OFENSA E A IRONIA, ENTRE OUTRAS É OBRIGAÇÃO DO JUDICIÁRIO. Que é quem possui formação adequada para tal. Não basta o “ofendido” assim se sentir, é necessário um julgamento para a consumação do FATO. Vou dar um exemplo hipotético:
   – Em um artigo alguém chama um DEPUTADO DE SENIL por redigir um projeto de lei onde o ESTADO BRASILEIRO se declara CRISTÃO. O artigo
será AMPUTADO, veja é quase consensual que um ESTADO moderno seja LAICO, pois a religião ou a ausência dela trata-se de uma decisão opinativa
e de foro intimo de cada pessoa. NA MINHA OPINIÃO UM SUJEITO COMO ESTE É SENIL independente do que se diga. Porém se o provedor acatar
um registro do digníssimo a opinião será amputada, partindo do principio
que o provedor seja neutro. E se o provedor achar que não é ofensiva a manterá,
 porém assim estaremos transferindo o julgamento ao provedor, UM ABSURDO. Assim o ofendido ainda terá que ir ao judiciário para conseguir seu intento. Vocês estarão dando poder demais ao “ofendido” ou poder ao provedor. Este poder já têm dono o JUDICIÁRIO e lá deve permanecer.
2 – Quanto a qualidade do serviços, ora já existem regras na concessão pública dos serviços, que deveria ser regulada e auditada pela digníssima ANATEL.
Que não o faz adequadamente, então criamos outra legislação na esperança que seja CUMPRIDA. NÃO PRECISAMOS DO MARCO CIVIL, PRECISAMOS
QUE A ANATEL FUNCIONE. PARA ISSO TEMOS QUE AMPUTAR OS PETRALHAS LÁ INSTALADOS COM A SUA JÁ CONHECIDA incomPeTência e que vocês do LEGISLATIVO exijam do EXECUTIVO que a ANATEL faça sua função com CORREÇÃO E COMPETÊNCIA.
NÃO PRECISAMOS DE MAIS LEIS PRECISAMOS QUE AS QUE EXISTEM SEJAM CUMPRIDAS !!
A INTERNET NÃO PRECISA DE REGULAÇÃO É LIVRE E ASSIM DEVE PERMANECER. PARA PENSAR NA CAMA A INTERNET NÃO É LIVRE
EM CUBA, NA CHINA E NA COREIA DO NORTE, PORQUE IRIAMOS QUERER ENTRAR NESTE ILUSTRE GRUPO.

Conteúdo de cauda

(tail content) expressão criada por Patrick Crane do LinkedIn, segundo ele a definição é:

(o conteúdo de cauda) é pegar um conteúdo , inserir o seu ponto de vista, mesclar e então republicar .

O conteúdo original ele tipifica como conteúdo principal, geralmente bem pesquisado, realizado por pessoas treinadas e habilidosas que sabem produzir este tipo de conteúdo. O conteúdo de cauda nem sempre é produzido com qualidade.

Monetizar

o termo quer dizer transformar em dinheiro. Discutível sua utilização, muitas pessoas defendem que seria mais adequado utilizar CAPITALIZAR. O termo ganhou popularidade com agora na era da INTERNET, por ser utilizado para descrever alternativa financeira para sobrevivência de sites que geram conteúdos como BLOGS, visto que restringir acesso a conteúdo através de contas de acesso se mostrou praticamente inviável (os internautas possuem grande resistência a isto, com razão em função da variedade de conteúdos disponíveis gratuitamente).

monetização

Monetizar/Monetização o melhor no português correto seria CAPITALIZAÇÃO

O processo de MONETIZAR (normalmente utilizado MONETIZAÇÃO) inclui uso de produtos como GOOGLE AdSense ( e seu irmão proximo AdWords) e programas de afiliação de sites comerciais, entre outros.

Basicamente existem dois tipos de pagamentos, por clique (CPC) onde o recebimento de um pequeno valor (centavos) acontece quando o leitor se interessa e clica no anúncio, ou comissão por realização de venda mediante anuncio vinculado no site clique e consequente compra de produto, porém sem a compra o clique não se traduz em rendimento financeiro (os programas de afiliados).

Este assunto gera muita discussão, porém me incluo num grupo que comunga da opinião de Eric Engleman do Bloglines:

Embora contraditório, 95 % da Web não é monetizável.